segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As guerras balcânicas

Salve, salve galera animada.
Segue anexo o link para o site que trata das guerras balcânicas: (Aqueles que passarem pelo blog por gentileza deixe um comentário, para eu saber que vcs estiveram aqui. Pode ser apenas o nome)
É só copiar e colar no seu navegador.


http://www.grandesguerras.com.br/artigos/text01.php?art_id=174

2011

Olá galera. A partir deste ponto começo as postagens do ano de 2011. vou me esforçar para transformar este blog em um verdadeiro canal de comunicação, a fim de complementar nossas aulas. Um grande abraço a todos e vamos lá, um novo ano letivo está começando. Vamos começar a todo vapor!!!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Inglaterra: Expansão Marítima e colonização

A grande realização do Estado absolutista inglês foi a modernização de sua marinha, iniciada por Henrique VIII, que quadruplicou o número de embarcações. A partir de 1579, os galeões da frota real passaram a ser equipados com canhões de longo alcance, fato que lhes permitia 'acertar os navios inimigos a uma grande distancia. Além de servirem ao comércio, os navios passaram a servir também à guerra, favorecendo a expansão marítima inglesa. Em 1588, os ingleses enfrentaram e venceram a "Invencível Armada" de Filipe II, aplicando um sério golpe no prestígio da Espanha, considerada então o mais poderoso país europeu. A partir daí, intensificaram-se as viagens de navegadores e decorsários à América, com o objetivo de saquear as embarcações espanholas carregadas de ouro e de empreender contrabando com as Antilhas.
Com o crescimento do comércio e da navegação, foram fundadas as companhias inglesas de comércio, que reuniam capitais de acionistas e recebiam monopólios do Estado para a exploração de determinado produto ou de uma zona comercial, Foi o caso da Companhia da Turquia, da Companhia de Moscóvia, da Companhia da África, da Companhia das Índias Orientais (1600) e da Companhia da Virgínia (fundada em 1606 para a exploração da América Inglesa).
A ocupação efetiva de territórios da América do Norte pelos ingleses ocorreu a partir de 1607, quando foi fundada Jamestown, capital da Virgínia, no governo de Jaime I. A ação colonizadora foi facilitada pela existência de grande número de pessoas expulsas do campo pelos "enclousures" que se encaminhou para a América onde havia facilidade na obtenção de terras.
No decorrer do século XVII, o fluxo migratório contou com famílias burguesas e nobres que abandonaram a Inglaterra devido às perseguições religiosas ou políticas: eram os puritanos, os presbiterianos, os quakers, os católicos, etc. Até 1776, data de sua independência, existiam 13 colônias inglesas na América, fundadas por particulares por companhias de comércio ou pertencentes à Coroa.
Das colônias americanas chegavam a metrópole o tabaco, o índigo e o arroz (cultivados nas "plantations" escravistas do sul) e a batata, o milho, o centeio, a Levada e as peles de animais raros (produzidos nas colônias do centro e do norte), sendo proibido o intercâmbio direto com outros países, Entretanto, essas proibições não eram muito respeitadas e logo se desenvolveram ativas trocas entre as colônias do norte (região denominada Nova Inglaterra), as Antilhas e a África. Esse comércio triangular fortaleceu a burguesia colonial e trouxe-lhe grandes lucros.
As cidades inglesas de Líverpool e Bristol destacaram-se como portos ligados ao tráfico de escravos para a América, devido à necessidade crescente de mão-de-obra nas plantações e nas minas das colônias inglesas, portuguesas e espanholas. 0 escambo de negros na África era feito com mercadorias como têxteis e utensílios de ferro. Estima - se que, durante os 300 anos do tráfico de escravos, 15 milhões de negros foram introduzidos na América, sendo o Brasil o principal comprador, ocasionando a maior migração forçada de um continente para outro que o mundo conheceu. Os lucros acumulados pela Inglaterra com essa atividade levaram muitos historiadores a considerarem-na uma das causas favoráveis ao início da revolução industrial inglesa, em meados do século XVIII.
0 progresso econômico verificado nos séculos XVI e XVII enriqueceu a burguesia e os proprietários rurais que produziam para o mercado. Porém, entrou em choque com o sistema político vigente, baseado em leis e instituições ainda predominante feudais devido à influência da nobreza conservadora, fortemente representada na Câmara dos Lords. As mudanças vieram com a Revolução Inglesa de 1640/1660, da qual saírem vitoriosas as classes progressistas, que passaram a dominar o Parlamento inglês, favorecendo o livre desenvolvimento das forças capitalistas.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Invasões Bárbaras

Para inaugurar este espaço vamos falar sobre invasões bárbaras... Alunos da sexta série, está lançado o desafio. Acredito que vocês podem confeccionar um manual muito mais completo do que o temos hoje, no que se refere às invasões bárbaras. Para isto será necessário dedicação e empenho. Mas tenho certeza que o esforço será compensador. Então... mãos à obra!

À espera dos bárbaros

Porque esperamos, reunidos na praça?Hoje devem chegar os bárbaros.Porque reina a indolência no Senado?Que fazem os senadores, sentados sem legislar?É porque hoje vão chegar os bárbaros.Que hão-de fazer os senadores?Quando chegarem, os bárbaros farão as leis.Porque se levantou o Imperador tão de madrugadae que faz sentado à porta da cidade,no seu trono, solene, levando a coroa?É porque hoje vão chegar os bárbaros.E o imperador prepara-se para receber o chefe.Preparou até um pergaminho para lhe oferecer, onde pôsmuitos títulos e nomes honoríficos.Porque é que os nossos cônsules, e também os pretores,hoje saem com togas vermelhas bordadas?Porquê essas pulseiras com tantos ametistase esses anéis com esmeraldas resplandecentes?Porque empunham hoje bastões tão preciosostão trabalhados a prata e ouro?Hoje vão chegar os bárbaros,e estas coisas deslumbram os bárbaros.Porque não vêm, com sempre, os ilustres oradoresa fazer-nos seus discursos, dizendo o que têm para nos dizer?Hoje vão chegar os bárbaros;e, a eles, aborrece-os os discursos e a retórica.E que vem a ser esta repentina inquietação, esta desordem?(Que caras tão sérias tem hoje o povo.)Porque é que as ruas e as praças vão ficando vaziase regressam todos, tão pensativos, a suas casas?É porque anoiteceu e os bárbaros não vieram.E da fronteira chegou gentedizendo que os bárbaros já não vêm.E agora que será de nós sem bárbaros?De certo modo, essa gente era uma solução.
Constantino Cavafis

A tarefa:
1. Enriquecer os dados do manual escolar, procurando responder às seguintes questões:
a) Que povos invadiram o Império Romano do Ocidente?
b) Que povos invadiram a Península Ibérica?
c) Que factores estão na origem das invasões?
d) Quais foram as alterações geo-políticas decorrentes das invasões?
2. Refazer as páginas 10 a 15 da apostila, com textos, mapas, imagens, outros documentos que possam considerar relevantes (Esta nova apostila ficara na biblioteca à disposição dos alunos para os próximos anos).
O processo
O trabalho é para ser elaborado em grupos de quatro elementos que devem seguir os seguites passos:
1. Analisar exaustivamente as informações e documentos da apostila de História, pp. 10 a 15.
2. Pesquisar no sentido de encontrar novas informações, seguindo as questões formuladas.
3. Seleccionar informações, mapas, imagens, ...
4. Compor, no máximo, três páginas para um manual imaginário.
5. Apresentar o trabalho à turma num suporte à escolha (informático, papel, ...)
Os recursos
pt.wikipedia.org/wiki/Migrações_dos_povos_bárbaros
pt.wikipedia.org/wiki/Invasões_bárbaras_da_Península_Ibérica
pt.wikipedia.org/wiki/Germanos
pt.wikipedia.org/wiki/Visigodos
Procurar e comparar com outros livros didáticos e apostilas.
Avaliação
O grau de participação nas actividades será avaliado com base nos seguintes critérios:

10- Participou activamente das actividades, cooperando com o grupo. Discutiu de forma séria e profunda com os/as colegas sobre os temas propostos. Trouxe informações importantes para a discussão. O resultado de sua actividade foi relevante e criativo.
8 - Participou nas actividades, cooperando com o grupo. Discutiu com os/as colegas sobre os temas propostos. O resultado de sua actividade foi bom.
5 - Participou pouco nas actividades. A sua contribuição para a discussão e o trabalho foi regular.
2- Esteve presente mas não há registo da sua contribuição para a discussão e trabalho.
1 - Não participou na actividade.

As apresentações serão avaliadas com base nos seguintes critérios:

10 - A apresentação trouxe várias contribuições relevantes para a discussão. A argumentação foi muito bem desenvolvida. Foi uma apresentação relevante e criativa.
Trabalho escolhido para integrar o Manual imaginário.
8- A apresentação trouxe várias contribuições relevantes para a discussão. A argumentação foi bem desenvolvida. Foi uma apresentação correcta. Trabalho que poderia integrar o Manual imaginário mas após uma pequena revisão.
5 - A apresentação trouxe algumas contribuições relevantes para a discussão. A argumentação foi desenvolvida de forma razoável. Foi uma apresentação parcialmente correcta.
Trabalho que poderia integrar o Manual imaginário mas após revisão e reestruturação.
2 - A apresentação trouxe poucas contribuições relevantes para a discussão. A argumentação não foi desenvolvida de forma razoável. Foi uma apresentação insuficiente.
Trabalho pouco interessante integrar o Manual imaginário.
1- A apresentação não trouxe contribuições relevantes para a discussão. A argumentação foi mal desenvolvida. Foi uma apresentação insuficiente.
Data da apresentação
29 de fevereiro de 2008
Conclusão
Como vocês puderam verificar, das ruínas do Império Romano do Ocidente nasceu a civilização europeia ocidental, a Europa das nacionalidades.

Bem vindos!

Olá galera,
Meu cordial abraço a todos que estão chegando aqui pela primeira vez. Esta será nossa extensão da sala de aula. Aqui poderemos trocar informações, e ampliar nossos debates sobre os mais diversos assuntos relacionados à nossa disciplina. Estejam a vontade para postarem comentários. E caso precisem entrar em contato comigo não esqueçam meu e-mail: cristianoprado@hotmail.co.uk t+
Professor Cristiano.